Por privar com alguns músicos e ao assistir a (muitos) muito bons concertos (públicos e privados), deixo-me levar pelos ensinamentos que deles recolho:
o diálogo entre o músico e o instrumento, a harmonia que desse diálogo se desprende, a empatia com a audiência, eu diria até, a ligação intensa que se estabelece entre o músico e a audiência, a capacidade que o músico tem de entender a receptividade ao seu trabalho, o improviso mesmo quando uma corda se parte, o silêncio entre as notas que às vezes diz muito mais do que as próprias notas, o fazerem sentir-nos a todos privilegiados por estarmos vivos, aqui e agora.
Como eu gostaria de poder fazer tanto assim quando pretendo facilitar o diálogo.
Bem hajam, músicos do mundo!